O novo paradigma da Inteligência Artificial

Na minha opinião os matchs entre computadores são interessantes para perceber qual é o melhor software do mercado, porque neste momento da civilização humana, não consigo ver outro propósito na luta entre duas inteligências artificiais, senão a satisfação de alguma necessidade humana. Contudo vale a pena questionarmo-nos como será o xadrez no ano 2050, será que teremos pequenos humanóides a disputarem algum título?
Por exemplo, num mega evento de inteligência artifical em que os papéis seriam invertidos e os humanos treinariam as suas próprias máquinas. Até já imaginei um nome para o referido torneio: Super Artificial Intelligence Challenge Chess Master's. Cada indivíduo ou empresa podia concorrer com o seu humanóide previamente programado para o efeito, teria apenas que obedecer a um conjunto de regras que, entre outras coisas, definiriam a capacidade de memória, processamento e base de dados disponível por cada um destas máquinas. Os prémios seriam sobretudo CD's de upgrade para tornar o humanóide mais competitivo e com maior capacidade de análise, interacção e conhecimentos.
Quem seriam os novos Bobby Fischer's e Kasparov's da inteligência artificial? Será que os futuros dispositivos computacionais conseguiriam ter a capacidade de acrescentar algo à modalidade, sem se limitarem a processar os dados que lhes foram fornecidos? Teriamos novas variantes originalmente criadas por alguns deles?
Para ilustrar este tema proponho o famoso teledisco da cantora Bjork.